Estudo comprova que dormir pouco ou tarde causa envelhecimento precoce e doenças

18/01/2022
Estudo do neurocientista, Dr. Fabiano de Abreu, discorre sobre a possibilidade de desenvolver doenças, envelhecimento precoce e ter morte prematura por má qualidade de sono

Ter uma boa noite de sono é um desafio para grande parte das pessoas. Porém, quando as noites são facilmente observadas o impacto que ocorre na qualidade da vida.
 Não bem pode dormir em diversas doenças e condições físicas, mas também envolver a mente. “O sono é crucial para o nosso desenvolvimento e evolução”, afirma o neurocientista, PhD e biólogo Dr. Fabiano de Abreu.


De acordo com o que está de acordo, o som está pensado para descanso e o organismo precisa de um momento, que é estimulado pela produção da melatonina. “Se burlamos o ofício da melatonina, estamos desequilibrando todo um sistema bioquímico que pode levar a doenças, envelhecimento precoce e culminar em uma morte prematura”, explica o especialista.

O estudo do neurocientista revela que uma pessoa dorme, em média, um terço da sua vida e esta é uma das atividades mais essenciais para a nossa sobrevivência.

 “Diferentes regiões do SNC regulam os diferentes estágios do sono e da vigília. É importante lembrar que diversos neurotransmissores participam do sistema de alerta, incluindo a histamina, acetilcolina,dopamina, serotonina, noradrenalina e a hipocretina”, detalha.


Quando não obtemos uma boa noite de sono, o corpo não consegue energia para realizar atividades do cotidiano e com o tempo, ele também perde a capacidade de concentração e sente efeitos na memória e no humor. “Excessos de noites mal dormidas podem ocasionar alucinações devido aos danos celulares. Quando dormimos a quantidade de dano genético em nossos neurônios reduz e o mau funcionamento celular também”, pontua o especialista.


Por isso, o acúmulo de danos genéticos pode levar a doenças neurodegenerativas e doenças neurológicas. “Dormir é mais importante do que se alimentar, é um reset no cérebro, um momento de melhoria. Quando se dorme o cérebro ainda está ativo, processando as memórias ao longo do dia. O déficit de sono tem sido associado ao obesidade de diabetes do tipo 2, doenças cardiovasculares e depressão”, afirma. “São imagens de 7 a 8 horas de sono. Há quem pense que compensa o sono resolver, mas não é verdade já que a noite foi feita para dormir e não o dia. Temos a melatonina para o escuro e a serotonina para a luz”, aconselhada.

Fonte: GDia.

Foto: Jennifer de Paula.

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